Leitor elogia texto de Xuxa e João Paulo Pacífico: 'Contra pedofilia não há meias palavras'

Leitor elogia texto de Xuxa e João Paulo Pacífico: 'Contra pedofilia não há meias palavras'

Updated: 3 months, 15 days, 21 hours, 12 minutes, 10 seconds ago

Pedofilia
Cumprimento a Xuxa e João Paulo Pacífico pelo artigo publicado na Folha. Contra pedofilia não pode haver meias palavras. Ou se é contra qualquer atitude minimamente associada a isso ou se é a favor. Não há como justificar o injustificável ("Você apoia a pedofilia?", Tendências/Debates, 24/10).
Luiz Daniel de Campos (São Paulo, SP)

Estela May
A quadrinista Estela May (Opinião, 21/10) fez reproduzir um sentimento nacional em sua charge "Péssimas Influências". Alguns poderiam dizer "não estou nem aí", dizendo que não se importam; acho difícil isso, seria mais um mecanismo de defesa para lidar com a situação: ignorar, ficar alienado.
Adelson Roberto Araújo da Silva (São Paulo, SP)

Charge de Estela May publicada no dia 21 de outubro na Folha Charge de Estela May publicada no dia 21 de outubro na Folha Charge de Estela May publicada no dia 21 de outubro na Folha -

Estela May

Rádios
Vale tudo para tumultuar a eleição. Devemos ficar a postos e acho que a equipe do Lula deve ficar bem esperta pois essa gente está desesperada e pode tumultuar o debate. É responsabilidade dos órgãos de informação explicar à população o papel de um presidente da República e que não são normais certas posturas e comportamentos ("Bolsonaro fala em suposta fraude de rádios, Moraes não vê base documental e pede provas em 24 h", Política, 24/10).
Claudio Lourenço Rocha (São Paulo, SP)

Fraude é o uso da máquina e do dinheiro público para fazer campanha e para comprar votos. A candidatura de Jair Bolsonaro devia ser impugnada!
Sueli das Graças V G Souza (Mogi das Cruzes, SP)

Colunistas
Eu concordo com tudo o que o Casagrande escreve a respeito do que está ocorrendo no país! Mas a coluna dele deveria estar na página de política e não de esportes ("‘Eu sou poesia, rima, leveza; e você é fuzil’", Walter Casagrande Jr., 24/10).
Marcelo Silva Carvalho (Belo Horizonte, MG)



Sim, a esquerda recebe, às vezes, mais críticas da própria esquerda do que, de onde seria óbvio receber os "dedos nos olhos", as rajadas e granadas. Enquanto isso, o pessoal das rajadas é alinhadinho. Só erram quando não combinam direito, como foi o caso do último domingo. Alguém faltou no último ensaio e os tiros saíram literalmente pela culatra ("‘Faz o L com o livro’ mostra como esquerda gosta de brigar entre si", Karla Monteiro, 25/10).
Rafael Vicente Ferreira (Belo Horizonte, MG)



Ontem pela primeira vez recebi um telefonema de um instituto de pesquisa. Uma das perguntas: tem mais medo do bolsonarismo ou da volta do PT? Acabei respondendo que não tenho medo propriamente de nenhum dos dois cenários. Com candidatos honestos e mais preparados derrotados no primeiro turno, acredito que o Brasil perde com o bolsolulismo, no sentido de mais inflação e menos crescimento, mas isso afeta antes de tudo os mais pobres ("Tem certeza que quer mais quatro anos de Bolsonaro?", Joel Pinheiro Fonseca, 24/10).
José Cardoso (Rio de Janeiro, RJ)

Desmatamento
Pelo menos metade do país não está preocupada com isso. Acham que crise climática é balela. Pobre planeta. ("Reeleição de Bolsonaro pode levar a desmatamento de mais de 27 mil km² em 2026", Ambiente, 24/10).
Eliane Freitas (São Paulo, SP)



Fico muito incomodada com as chamadas dessas matérias que cogitam a reeleição do Jair. Esse pessimismo é tóxico.
Anna Amélia (Uberlândia, MG)

Moro encontra Deltan
Moro apoia sua escada olhando apenas para o alto, para onde quer chegar. Não importa se a escada está apoiada em mentiras ou no próprio delito. Foi assim durante toda a Lava Jato. Quando se apoiou numa verdade, a gravação da reunião de ministérios, ficou sozinho e não chegou a nada. É eleito por aquilo que não fez: justiça ("Moro encontra Deltan em podcast e diz rejeitar barganha para integrar STF ou governo Bolsonaro", Política, 24/10).
José Tarcísio Aguilar (Curitiba, PR)

Os dois estão em um estúdio, com fundo escuro, e microfones em uma mesa de madeira Os dois estão em um estúdio, com fundo escuro, e microfones em uma mesa de madeira O ex-juiz Sergio Moro (ao fundo) e o ex-procurador Deltan Dallagnol, durante participação no podcast Flow nesta segunda-feira (24) -

Reprodução

Sarney
Sarney é ensaboado. Não nasceu para ser oposição a ninguém. Muda junto com cada novo governo ("Sarney quebra silêncio e declara apoio a Lula como defesa da democracia", Política, 24/10).
Dirceu Hernandes (Londrina, Paraná)

Tarcísio e cinegrafista
"Equipe de Tarcísio mandou cinegrafista apagar vídeo de tiroteio em Paraisópolis", (Política, 25/10). Comportamento típico para quem anda com um político que criou a maior cena teatral da história do Brasil.
Assumirian Capillé (Rio de Janeiro, RJ)



Engraçado e triste. A malta petista persegue quem tem opinião e não se coloca para receber a resposta. Só para lembrar: você pode não gostar do capitão, mas não dá para entregar o navio para o PT.
Luiz Antonio Ferretti (São Paulo, SP)

Casimiro e João Montanaro
"Depois de Casimiro, João Montanaro é alvo de montagem divulgada por Flávio Bolsonaro", (Hashtag, 24/10). Que decadência: adulterar charges e fotos de bexigas. O fundo do poço é sempre mais embaixo...
Flávio Guilherme (Curitiba, PR)

Detergente Ypê
Invistam na melhoria da qualidade do detergente Ypê, que é muito ruim, em vez de jogar toda essa grana, literalmente, pelo ralo ("Presidente do Iphan posta foto comprando detergente Ypê para ‘lavar nação da imundice’", Mônica Bergamo, 23/10).
Wilson Lima (Goiânia, GO)



Sempre usei Ypê em minha casa. Ainda tenho uns frascos, mas assim que acabarem, nunca mais! Não vou dar meu dinheiro para uma empresa que apoia quem acaba com o futuro do Brasil na educação. Nunca votei em Lula, mas pelo Brasil faço o sacrifício.
Neli de Faria (São Paulo, SP)